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21/08
Consultoria em elevadores evita gastos desnecessários

image A maioria dos gestores prediais podem ficar com aquele ponto de interrogação quando chegam os orçamentos de empresas mantenedoras de elevadores ou terceirizadas para realizar seja um conserto ou uma modernização no equipamento. “A grande dificuldade é saber interpretar tecnicamente as diferentes propostas e principalmente os itens de segurança e aspectos legais”, comenta o presidente do Seciesp - Sindicato das Empresas de Conservação, Manutenção e Instalação de Elevadores do Estado de São Paulo, Fábio Aranha.

Veja então os principais serviços oferecidos pela entidade para minimizar a questão:

- Laudo técnico – realizado através de uma visita ao edifício e vistoria nos elevadores, ou seja, uma análise completa, identificando os pontos críticos. O gestor é orientado sobre os itens que devem ser substituídos, ajustados ou refeitos e quais as partes onde não há necessidade de serviços. Por fim, é emitido um laudo técnico com imagens fotográficas.

- Equalização de propostas – realizado um comparativo entre as propostas de serviços existentes ou de um memorial descritivo dos itens a serem considerados nas propostas; análise das empresas proponentes ou sugestão de empresas participantes.

- Acompanhamento das instalações
– muitas vezes, é difícil para os leigos saberem se os serviços contratados foram realmente realizados. Neste caso, os consultores conferem, certificam os equipamentos e fazem uma avaliação final das instalações, aprovação, testes e liberação final para uso.

Como curiosidade, no Brasil há cerca de 280.000 elevadores instalados, sendo que a maioria ocorrereu nas décadas de 60 e 70. Dos quase 11 milhões de habitantes da cidade de São Paulo, cerca de seis milhões vivem ou trabalham em condomínios. Só na capital paulista são 27.000 condomínios e cerca de 3.000 em administradoras.

De acordo com as últimas pesquisas do IBGE (2000), em São Paulo existem quase 4,5 milhões de apartamentos. No Estado de São Paulo, há 40 mil condomínios e 16 milhões de moradores. Na capital são 27 mil condomínios, sendo 5.000 comerciais. Em torno de 36% da população da cidade, ou seja, 5,8 milhões de pessoas vivem ou trabalham em condomínios, já nos prédios comerciais trabalham em torno de 2,1 milhões.
Fonte: Revista Infra


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